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Apresentação

A Revista FCW Cultura Científica (ISSN 2965-9086) é uma publicação da Fundação Conrado Wessel com a proposta de contribuir para o debate em temas de grande importância para o desenvolvimento científico, tecnológico e cultural do Brasil. 

 

A cada edição, destacados pesquisadores, acadêmicos e especialistas são entrevistados e falam sobre diferentes assuntos com profundidade mas ao mesmo tempo de modo claro e direto, para que possam ser facilmente entendidos por interessados em qualquer outra área do conhecimento.

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Mais do que a busca por vida extraterrestre, a astrobiologia é uma tentativa de compreender a vida como fenômeno cósmico: sua origem nas interações químicas do Universo primitivo, sua persistência em ambientes extremos, suas condições de possibilidade em outros mundos. É uma ciência interdisciplinar que reúne biólogos, químicos, físicos, geólogos, paleontólogos, oceanógrafos e astrônomos em torno de perguntas que nenhuma dessas disciplinas, isoladamente, é capaz de responder.

 

Perguntar se pode haver vida em outro planeta nos força a entender melhor o que é necessário para que a vida exista aqui. Investigar como microrganismos sobrevivem em condições impossíveis revela a elasticidade extraordinária da biologia. Buscar bioassinaturas em atmosferas de exoplanetas nos obriga a compreender, com mais rigor, o que distingue a química da vida da química inerte. A Terra e o cosmos se iluminam mutuamente.

No Brasil, essa ciência jovem tem amadurecido com vigor. As entrevistas com Aline NovaisAmanda BendiaDimas ZaiaDouglas GalanteEduardo Janot Pacheco João Cortese traçam um panorama da astrobiologia brasileira em seus múltiplos eixos: o estudo de extremófilos, a simulação de ambientes alienígenas em laboratório, a pesquisa de bioassinaturas, a química pré-biótica e a emergente fronteira da agricultura espacial. São vozes que oferecem não apenas respostas parciais, mas, sobretudo, a beleza das perguntas que ainda resistem e que nos convidam a repensar o próprio sentido de existir.

Edições anteriores:

O alinhamento crescente entre grandes plataformas e projetos políticos autoritários não é coincidência nem mero oportunismo. Ele revela a formação de um novo tipo de poder, que alguns estudiosos já chamam de tecnofascismo. Trata-se de um autoritarismo algorítmico, sustentado pela concentração extrema de dados e pela dependência das plataformas.​ Seu campo de batalha é o fluxo de dados, e suas armas são invisíveis: sistemas de vigilância, inteligência artificial, recomendação de conteúdo e censura. 

Nesta edição, FCW Cultura Científica entrevista Ana Julia Bernardi, Carla Montuori Fernandes, Ruben Interian e Vinício Martinez, pesquisadores cujos trabalhos contribuem para refletir sobre essa nova face do poder tecnológico — suas promessas, seus perigos e os caminhos possíveis para resistir à tirania invisível dos algoritmos.

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A realização da COP30 na Amazônia não é apenas simbólica, mas também estratégica e necessária. A região abriga uma das maiores biodiversidades do mundo, regula o regime de chuvas em vastas áreas da América do Sul e armazena dezenas de bilhões de toneladas de carbono. Entretanto, cientistas alertam que a Floresta Amazônica pode estar se aproximando perigosamente de um ponto de não retorno, em que a degradação se tornaria irreversível, levando ao colapso do bioma.

Nesta edição, Carlos Eduardo Cerri (CCarbon), David M. Lapola (Amazon Face), Patricia Pinho (Ipam), Suzana Kahn (Coppe-UFRJ) e Thelma Krug (coordenadora científica da COP30) refletem sobre o desafio climático sob diferentes perspectivas: da política internacional à ciência dos solos, da diplomacia ao futuro da floresta, da transição energética ao limite do aquecimento global.

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Redes sociais surgiram para aproximar usuários e facilitar o acesso à informação, mas acabaram ampliando o isolamento, a ansiedade, a depressão e se transformaram em campos de batalha para conflitos políticos, incubadoras de fake news e amplificadoras de discursos de ódio, de intolerância e antidemocráticos.

 

Nesta edição, Letícia Cesarino (UFSC), Marcelo Soares (Lagom Data), Marie Santini (UFRJ), Luis Felipe Miguel (UnB) e Telma Vinha (Unicamp) examinam os impactos das redes sociais, destacando sua evolução de ferramentas de conexão para ambientes de publicidade, polarização, vigilância e manipulação e porque devemos questionar como usamos e o que recebemos pelas plataformas digitais.

 

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A ansiedade tornou-se um grande desafio de saúde pública, afetando centenas de milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente os jovens. O uso excessivo de smartphones, a exposição constante às redes sociais e a hiperconectividade seriam os principais vilões dessa crise.

 

Nesta edição,​ Anna Lucia Spear King (UFRJ), Antônio Álvaro Soares Zuin (UFSCar), Li Li Min (Unicamp) e Marcelo Queiroz Hoexter (USP) esclarecem questões essenciais sobre a ansiedade: o que é esse transtorno; como ele se manifesta nos níveis neurológico e molecular; de que forma as novas tecnologias têm contribuído para seu aumento entre os jovens; qual é o papel dos pais na compreensão do problema; e quais tratamentos e alternativas podem ser adotados para aqueles que sofrem com essa condição.

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A democracia enfrenta uma crise de legitimidade sem precedentes, marcada por retrocessos, desigualdades e pela ascensão do extremismo político. Esse cenário desafia as bases sobre as quais a democracia foi construída e se desenvolveu e levanta questões fundamentais sobre a sua sustentação em um mundo cada vez mais interconectado, ameaçado pela desinformação e marcado por profundas divisões.

 

Nesta edição, exploramos alguns dos principais desafios contemporâneos enfrentados pela democracia, buscando compreender o que coloca em risco sua estrutura e quais caminhos podem ser apontados para garantir sua permanência. As entrevistas com os professores Carlos Melo, Lilian Rolim, Marco Aurélio Nogueira e Rosemary Segurado iluminam questões fundamentais sobre o presente e indicam alternativas para o futuro da democracia no Brasil e no mundo. 

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A industrialização, o desmatamento, o consumo desenfreado, a poluição, a queima de combustíveis fósseis e a emissão de gases de efeito estufa colocaram, em poucas décadas, o futuro do planeta e dos seres que o habitam em risco. Nesta edição da Revista FCW Cultura Científica entrevistamos alguns dos principais pesquisadores brasileiros que estudam as mudanças climáticas, seus impactos, perspectivas e alternativas.

Carlos Nobre, Gilberto Januzzi, Jose Marengo, Patrícia Morellato e Paulo Artaxo explicam como chegamos ao preocupante momento atual, o que fizemos de errado, os prejuízos que ainda estão por vir e o que podemos fazer para evitar um futuro marcado por tragédias que, a cada dia, parecem mais próximas e inevitáveis.

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Como são formados os buracos negros? Quando surgiram as primeiras galáxias? O universo tem 13,8 bilhões de anos ou mais? O que são a energia escura e a matéria escura que, juntas, compõem 95% do universo? A astronomia e a astrofísica estão em um momento empolgante no qual questões como essas poderão ser respondidas nos próximos anos. Nesta edição, entrevistamos os professores e pesquisadores Beatriz Barbuy, Elisabete de Gouveia Dal Pino, Laerte Sodré Jr., Ricardo Ogando e Danilo Albergaria, que explicam como a nova geração de observatórios, os novos telescópios espaciais, projetos de mapeamento e diversas outras novidades prometem não apenas ampliar mas também modificar o conhecimento sobre o universo. 

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Esta edição da Revista FCW Cultura Cientifica discute o que é a linguagem, sua importância e seus limites, desafios em pesquisa, como ela tem se modificado e como poderá se transformar no futuro com o avanço das tecnologias digitais. Um avanço que traz otimismo mas também desencadeia discussões em temas como desinformação, identidade, ética e diversidade. Os entrevistados, professores Alexandre Guimarães Tadeu de Soares, Gilvan Müller de Oliveira, Helena Caseli, Marcelo Buzato e Raquel Freitag, abordam mudanças na linguagem investigadas em áreas e temáticas como sociolinguística, multilinguismo, política, filosofia e computação. Destacam também o impacto da inteligência artificial na comunicação.

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Os materiais avançados são desenvolvidos em laboratórios e têm características inovadoras e eventualmente disruptivas, impactando diretamente os mais diversos setores, como saúde, energia, segurança, transporte, mobilidade e meio ambiente. Adalberto Fazzio, Edgar Dutra Zanotto. Elson Longo, Thoroh de Souza e Vânia Zunin Zeidler falam sobre compostos fundamentais para a construção do futuro, como semicondutores, materiais bidimensionais, vidros cerâmicos e materiais quânticos, que começam a definir o próximo capítulo da jornada tecnológica ​

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Os casos de doenças, fome e mortes na Terra Indígena Yanomami, provocados pela destruição causada pelo garimpo ilegal e pela ausência do poder público, colocam em evidência a difícil situação da saúde na Amazônia Legal. Poucos hospitais, postos de saúde distantes, falta de médicos e equipamentos, além do aumento das doenças crônicas somados à ainda alta presença das doenças infecciosas e parasitárias são alguns dos problemas que atingem a região. Para falar sobre o assunto, a segunda edição de FCW Cultura Científica entrevista alguns dos principais cientistas do país em questões amazônicas e de saúde

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Por que os programas que simulam conversas, como o ChatGPT, estão sendo considerados a maior inovação na computação desde o Google ou até mesmo a internet? Outro programa, o LaMDA, é até capaz de ter sentimentos, de acordo com o engenheiro que trabalhou em seu desenvolvimento. Ficção ou fato, o certo é que em 2023 novos chatbots e muitas aplicações serão lançadas para explorar o potencial da inteligência artificial em diferentes áreas e poderão mudar a forma como os humanos se relacionam com a tecnologia. Confira nas reportagens e entrevistas da primeira edição de FCW Cultura Científica

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