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Futuro da Linguagem

Entrevista

Alexander Turra

Professor do IOUSP fala sobre a crise da biodiversidade e a importância da pesquisa científica para entender melhor os sistemas marinhos e embasar políticas de conservação. Destaca também iniciativas de sucesso que atuam na redução da poluição e na diminuição de plásticos nos oceanos e qual será o papel do novo International Panel on Ocean Sustainability

Sobre

Professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), é coordenador da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano, sediada no IO e no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. É membro da coordenação do programa Biota-Fapesp, do Grupo de Pesquisa em Meio Ambiente e Sociedade (IEA), da Coalizão Ciência e Ambiente e da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.

Biólogo com mestrado e doutorado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas, Turra é bolsista 1B de produtividade em pesquisa do CNPq. Tem atuação voltada para o exercício da pesquisa interdisciplinar e integrada, com foco em temas como governança, manejo integrado e conservação marinha, impacto ambiental marinho, mudanças climáticas, poluição marinha e funcionamento de ecossistemas marinhos.

Integra fóruns e organizações nacionais e internacionais com abordagens multi e transdisciplinares voltadas para integração entre ciência e tomada de decisão. É editor associado das revistas Ocean and Coastal Research (Brazilian Journal of Oceanography) e Ambiente e Sociedade e editor da série Brazilian Marine Biodiversity (Springer Nature). Foi agraciado com o Kirby Laing Fellowship na School of Ocean Sciences, Bangor University, no Reino Unido, e com a medalha Mérito de Tamandaré da Marinha do Brasil.

FCW – Qual são os principais objetivos da Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano, da qual você é coordenador?

Alexander Turra – A Cátedra Unesco, sediada no Instituto Oceanográfico e no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, tem como principais objetivos catalisar, capilarizar e catapultar a agenda oceânica no Brasil, na América Latina e Caribe, e futuramente também no Atlântico Sul. Buscamos formas e estratégias estruturadas para alcançar esses objetivos, envolvendo diversos setores da sociedade. Uma das ações importantes é o diálogo com os estados costeiros por meio da Rede Oceano Limpo, focada na questão do combate ao lixo no mar, que é uma das maiores preocupações para o ambiente marinho. A partir desse projeto, iniciamos um movimento chamado Assembleia Azul, no qual queremos ressaltar a importância do oceano nas assembleias legislativas e como elas podem fazer um trabalho de ajuste, de energias ou de congregação de energias para fortalecer essa agenda. É um trabalho pedagógico e também de destaque do que vem sendo feito mas que não necessariamente é chamado de ação relacionada ao oceano. Queremos iniciar um processo de diálogo e de transformação desse diálogo em ações. O resultado pode vir, por exemplo, na criação de projetos de leis focados no oceano ou em uma temática do oceano. Ou ainda, no direcionamento de emendas parlamentares para projetos alinhados com princípios e resultados relacionados ao oceano. E aí criamos um diálogo que, por meio da Cátedra Unesco, pode trazer uma qualificação desse posicionamento das assembleias. Essa é uma das frentes. 


FCW – A Cátedra Unesco trabalha então em parceria com várias esferas do poder público e da sociedade.

Alexander Turra – Exatamente, a abordagem transdisciplinar é a essência do nosso trabalho. Uma transdisciplinaridade que bebe na interdisciplinaridade, na junção de várias abordagens científicas e no diálogo com os atores sociais na perspectiva do que chamamos de coconstrução. Entendemos que o conhecimento a ser produzido estará amparado ou hospedado em um contexto definido em conjunto por diversos atores, incluindo os cientistas. Dessa forma, conseguiremos produzir o conhecimento e o caminho para lidar com os problemas, que normalmente têm origem complexa. A Cátedra Unesco está nesse meio. Ela funciona como um hub, como um think tank e como uma boundary organization. Está na fronteira do conhecimento, um conhecimento produzido em conjunto com os atores que vão utilizá-lo. Para que isso funcione de fato, precisamos conversar. Precisamos de espaços de diálogo contínuos, em vez de pontuais, e é isso que temos buscado estabelecer.


FCW – Poderia dar exemplos de iniciativas da Cátedra Unesco para Sustentabilidade que ilustrem essa abordagem?

Alexander Turra – Um exemplo em andamento é a assinatura de um convênio com a Fundação Florestal do Estado de São Paulo, cujo objetivo é criar oportunidade de qualificação da gestão das unidades de conservação com base na abordagem ecossistêmica. Isso implica em integrar diferentes sistemas de conhecimento e incentivar a participação de pessoas que talvez nunca tenham pensado em estudar uma unidade de conservação. Com isso, poderemos aumentar a base de conhecimento dedicada à tomada de decisão, de modo que ela possa ser feita melhor no futuro pelas unidades de conservação do estado. Outro exemplo da construção de uma arena, de um movimento, que estamos chamando de Cátedra de Aliança para o Futuro do Oceano. 


FCW – Do que se trata?

Alexander Turra – A Aliança é baseada em um compromisso construído por diversas instituições, entre elas a Fapesp, a Academia de Ciências do Estado de São Paulo e a Rede Ecumênica da Água. A Aliança está sendo estruturada e na SP Ocean Week, que será realizada de 30 de agosto a 3 de setembro, vamos ter um espaço para que empresas, prefeituras, ONGs e outros possam trazer o que estão fazendo e o que querem fazer nos próximos anos. Queremos montar um espaço de articulação para poder caminhar em direção ao futuro. Esses são dois exemplos de como estamos buscando agregar os diferentes atores para poder criar movimentos de diálogo estruturados e estruturantes e não apenas pirotécnicos e pontuais.


FCW – Em março, a Organização das Nações Unidas anunciou o Tratado do Mar, que visa designar 30% do oceano como áreas protegidas. Além disso, a ONU lançou a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030), com o objetivo de fortalecer a pesquisa científica e a gestão integrada dos oceanos e zonas costeiras. Por que existe essa grande preocupação atual com os ambientes marinhos?

Alexander Turra – Na SP Ocean Week lançaremos uma síntese do Diagnóstico Brasileiro Marinho-costeiro sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, coordenado pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES). Será um sumário para tomadores de decisão, com o relatório detalhado ficando para o fim do ano. O ponto principal é que a situação está piorando. Os dados obtidos indicam uma piora em relação à perda de hábitats, à sobrepesca, à diversidade genética e à cobertura de áreas de diversos ecossistemas marinhos. Os recifes de coral têm suas ameaças aumentadas, os manguezais também, cerca de 40% das praias apresentam nível elevado de erosão, temos perdas de áreas gigantescas de fundos vegetados submersos, que são extremamente importantes para a biodiversidade como alimento para várias espécies. Temos poluição por esgoto, resíduos químicos e embalagens plásticas e os problemas das mudanças climáticas, da urbanização desordenada e das espécies invasoras. É um caminho de degradação que precisa ser estancado para poder ser revertido e isso precisa ser feito com urgência. 



FCW – Por que esse cenário de crise, com toda a degradação confirmada por estudos, ainda não tem chegado com força ao público geral?

Alexander Turra – Isso se torna visível na medida em que ganha escala. Obviamente que temos degradação de praia e de manguezal ocorrendo há décadas em vários locais, mas a questão é que não se conseguia ter uma visão sistêmica, uma visão ampla de que esses fenômenos estavam ocorrendo em vários locais ao mesmo tempo. É isso que o diagnóstico que produzimos vem trazer, uma visão do todo. Isso se soma a movimentos internacionais que também buscam esse entendimento, pois essa degradação não ocorre apenas no Brasil. Além disso, temos visto um crescente fortalecimento da ciência oceânica no Brasil. De 2017 a 2021, subimos de 15º para 11º lugar em produção no ranking mundial das ciências oceânicas. Com isso tudo, somado aos arranjos que o Brasil tem feito tanto nos níveis estaduais quanto federal, o país terá possibilidade de crescer ainda mais nessa agenda e se tornar realmente uma nação marítima, um país em que a ciência oceânica é um destaque.


FCW – Qual é a importância da pesquisa científica para basear as ações de enfrentamento à crise da biodiversidade nos oceanos?

Alexander Turra – A pesquisa é essencial para conseguir entender os sistemas marinhos e obter as informações necessárias para a tomada de decisão. Não é só a pesquisa pragmática, derivada e dedicada a um problema. Precisamos de pesquisas que permitam entender os sistemas e pensar com esse entendimento. Sem a ciência, que produz o melhor conhecimento disponível, não conseguiremos tomar decisões objetivas. A ciência reduz a subjetividade, essa é uma mensagem fundamental que precisa ser ampliada para preencher as lacunas de conhecimento e superar as incertezas para a tomada de decisão. Nesse sentido, é importante ter orientações muito claras de que tipo de ciência é essa. Precisamos de uma ciência que consiga se ver dentro de um contexto mais amplo e é isso que está sendo buscado nos editais de apoio a pesquisas lançados recentemente no país e em um programa de ciência oceânica para o Atlântico Sul e para Antártica que a Fapesp vai lançar. 


FCW – Trata-se do International Panel on Ocean Sustainability (Ipos), que a Fapesp lançará com o CNRS, da França, e instituições de pesquisa de diversos países? 

Alexander Turra – A Fapesp e a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano estão apoiando o movimento de idealizar essa plataforma internacional para sustentabilidade do oceano, uma mostra de que o Brasil está sendo um protagonista de destaque nessa discussão. A Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável terminará em 2030 e entendemos que o legado da década poderá ser incorporado pelo Ipos. A década vai acabar, mas a demanda por uma ciência articulada, por uma ciência para a transformação, não vai acabar. E isso deve ser efetivamente fomentado, energizado e acompanhado. Esse movimento é essencial pois precisamos de uma ciência forte para reduzir a subjetividade e, para isso, necessitamos de instituições fortes e de um sistema de fomento à pesquisa forte. Um sistema que seja blindado de grandes oscilações, para que possamos planejar, montar equipes, construir projetos e ter um pouco mais de protagonismo na esfera internacional, que é o que está faltando no âmbito da década, um protagonismo na liderança de programas e projetos que a década vem endossando. O Sul global e o Brasil aí incluído têm tido um papel secundário, de participante e não de protagonista nessas iniciativas. Precisamos superar isso e o papel e a visão estratégica da Fapesp são importantes para poder mudar essa realidade no futuro próximo. 


FCW – Poderia falar sobre os principais linhas de pesquisa que coordena no Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico da USP?

Alexander Turra – O Laboratório de Manejo está vinculado à Cátedra Unesco e também tem trabalhado no que a cátedra vem buscando, como o diálogo da ciência com a tomada de decisão. Atualmente, temos duas grandes frentes de trabalho, que são as abordagens em praias e com lixo no mar. No Projeto Praias, com financiamento da Fapesp e da Fundação Grupo Boticário, buscamos trazer um novo olhar sobre as praias. Um olhar pautado pela funcionalidade e pelos benefícios que as praias trazem para a sociedade, não apenas como turismo e recreação. Temos como base a investigação de aspectos ecológicos, de serviços ecossistêmicos e a percepção de gestores sobre as praias e como esses ambientes vêm sendo geridos. Benefícios como, por exemplo, berçário e infantário da vida marinha, reciclador de nutrientes, alternador de energia, proteção da linha de costa e muito mais. Essa é uma abordagem importante e tivemos um diálogo bem aprofundado com a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte de São Paulo, dentro da qual o Projeto Praias foi realizado. Um dos grandes desdobramentos do projeto é trazer elementos para revisão do zoneamento da Área de Proteção Ambiental Marinha em relação a esse ambiente. O refinamento das informações obtidas pelos estudos poderá levar a um refinamento do zoneamento, de modo que tenhamos praias para todos os gostos, igualmente protegidas e todas com qualidade. 



FCW – A outra frente do Laboratório de Manejo é o lixo no mar, um dos grandes problemas para a biodiversidade. 

Alexander Turra – Temos trabalhado a partir de um projeto que iniciamos há quase dez anos sobre a distribuição de pellets plásticos nas praias, especialmente em praias arenosas. Esse projeto se desdobra em duas grandes frentes de trabalho, uma voltada para políticas públicas, que levou à criação da Rede Oceano Limpo, atualmente financiada pela Embaixada da Noruega e por um termo de ajustamento de conduta da Petrobras no Rio de Janeiro. A outra frente, que também é um movimento junto à iniciativa privada, é o Programa Pellet Zero, no qual trazemos elementos científicos e teóricos para que o programa seja implementado no Brasil, visando reduzir a perda de pellets ao mínimo possível. As duas frentes têm diversos desdobramentos práticos. Na Rede Oceano Limpo, temos, por exemplo, a criação do Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar no Estado de São Paulo e um capítulo do Plano Estadual de Resíduos Sólidos no qual cinco metas foram propostas para combate ao lixo no mar. São metas que agora fazem parte do plano de Governo de São Paulo para serem implementadas. Temos buscado fazer o mesmo nos outros estados em que trabalhamos no momento, que são Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Norte, Ceará e Amapá. Em 2024, pretendemos ampliar essa possibilidade de trabalhar nos estados costeiros com recursos adicionais vindos de uma colaboração com o governo da Alemanha.


FCW – Nessas iniciativas, qual é a importância de se trabalhar em conjunto com empresas?

Alexander Turra – É fundamental transferir tecnologia e resultados de pesquisas para o setor produtivo e precisamos também produzir conhecimento em parceria com o setor produtivo. Assinamos recentemente um acordo de cooperação com uma empresa norte-americana, por meio do qual realizamos estudos de campo sobre a degradação de polímeros produzidos a parte de amido de milho e verificamos a capacidade de esses produtos serem efetivamente biodegradáveis ou não, seguindo critérios bem específicos de normas internacionais. Outro exemplo recente vem do programa Blue Keepers, que idealizamos e integra a Plataforma de Ação pela Água e Oceano do Pacto Global da ONU Brasil. Usando dados secundários de todos os municípios brasileiros, fizemos um levantamento para estimar o risco da perda de lixo plástico para o ambiente, os rios e o mar. Conseguimos mapear o que está sendo usado como critério para editais de fomento a soluções para combate ao lixo no mar da ANA [Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico] com a ABDI [Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial]. 


FCW – A humanidade sempre dependeu dos oceanos como fonte de alimentos e de renda. Com um cenário cada vez pior de degradação, de perda da biodiversidade marinha, é possível continuar a usar – e usar sustentavelmente – os oceanos?

Alexander Turra – Essa é uma pergunta de alguns trilhões de reais. Hoje, o oceano para o Brasil representa 20% do PIB, considerando as atividades realizadas no oceano e sem considerar por exemplo, coisas como a produção de chuva. O oceano representa uma série de oportunidades para distribuir melhor a riqueza. Óleo e gás trazem muito para o país, mas pouco em termos de distribuição de renda. Uma importante visão de futuro vem do Painel de Alto Nível de Economia Sustentável do Oceano, liderado pela Noruega e que tem basicamente três pilares. O primeiro é a proteção efetiva. Precisamos proteger de forma efetiva o ambiente marinho. O segundo é produção sustentável, o que significa usar menos recursos e gerar menos resíduos. Usar recursos de forma sábia, seja ele pescado ou recurso mineral. Precisamos explorar com muita serenidade. É o que está sendo discutido a respeito da exploração da Petrobras na foz na bacia da Foz do Amazonas. Será que precisamos disso? É estratégico? Mas será que não é mais estratégico investir, por exemplo, em frentes de energia renovável. E o terceiro pilar é a prosperidade equitativa, que busca desenvolver o que se chama de economia verde ou economia azul. Que não tem a ver com planta ou oceano, mas sim com novas formas de arranjos econômicos mais locais e que estejam pautados pela produção local, pelo compartilhamento dos benefícios no âmbito local e menos com polarizações internacionais ou mesmo dentro do país. 


FCW – Qual é a importância do uso de novas tecnologias para a conservação marinha?

Alexander Turra – Tecnologias são fundamentais para organizar o uso do espaço marinho. A conservação passa pelo uso da tecnologia, da inovação, do big data, trazendo serviços e abordagens que não temos hoje e que são superimportantes e que precisam ser desenvolvidos. Isso passa pela biotecnologia e também pelo desenvolvimento de novos serviços baseados em aplicativos de internet e mobilidade. Podemos, por exemplo, criar um Waze para o oceano, ou melhor, um Wave, que permita trabalhar com mais segurança no oceano. E aí eu vejo que temos espaços muito interessantes para crescer a aquicultura ou os diferentes tipos de turismo que dependem de ambientes saudáveis. Temos caminhos de muito potencial para serem desenvolvidos, não necessariamente baseados em óleo e gás ou na exploração de minérios em grandes profundidades.




Revista FCW Cultura Científica v. 2 n.1 Fevereiro - Abril 2024

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