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Futuro da Linguagem

Entrevista

Gilvan Müller de Oliveira

Professor da UFSC fala sobre o multilinguismo, um conceito que tem a ver com o exercício da tolerância, da cidadania e do reconhecimento da diversidade, e destaca a importância de políticas que possibilitem a preservação da diversidade linguística em um país com uma história de "forte tradição de repressão linguística"

Sobre

Professor na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador da Cátedra Unesco em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, dedicada à pesquisa de diferentes facetas do multilinguismo, incluindo políticas linguísticas para ciência e educação superior.

Mestre em Linguística Teórica, Filosofia e História pela Universidade de Konstanz (Alemanha) e doutor em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas. Fez pós-doutorados na Universidade Autônoma Metropolitana Iztapalapa (México), na Universidade de Hyderabad (Índia) e na Estatal Russa para as Humanidades (Moscou).

Fundou e coordenou o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (2002 a 2010) e foi diretor executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, em Cabo Verde (2010 a 2014).



 



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Por que os programas que simulam conversas, como o ChatGPT, estão sendo considerados a maior inovação na computação desde o Google ou até mesmo a internet? Outro programa seria capaz de ter sentimentos. Ficção ou fato, o certo é que em 2023 novos chatbots e muitas aplicações serão lançadas para explorar o potencial da inteligência artificial em diferentes áreas e poderão mudar a forma como os humanos se relacionam com a tecnologia.

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