
Ana Julia Bernardi
Diretora de Projetos do Instituto Democracia em Xeque aponta que a desinformação é persistente, acelerada por plataformas pouco reguladas e, agora, pela inteligência artificial. Bernardi também alerta para a “terceira onda de autocratização”, marcada pela disseminação global de discursos autoritários e estratégias de pânico moral. Para enfrentar esse cenário, ela defende regulação das plataformas, cooperação entre instituições e educação política e midiática como instrumentos essenciais para reconstruir um ambiente digital democrático

Sobre
Ana Julia Bonzanini Bernardi é diretora de Projetos do Instituto Democracia em Xeque. É professora visitante na Pós-Graduação de Ciência Política na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e professora na Graduação em Gestão Pública da Escola de Ensino Superior da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica. É pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em América Latina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital.
Fez o doutorado e mestrado em Ciência Política pela UFRGS e o bacharelado em Relações Internacionais (ESPM) e em Políticas Públicas (UFRGS), com pós-graduação em Estratégia e Relações Internacionais Contemporâneas (UFRGS).
É autora do livro “Fake News e as Eleições de 2018: Como Combater a Desinformação” (2020). Atua como pesquisadora e consultora em temáticas relacionadas à educação política, políticas públicas, educação midiática, combate à desinformação, projetos sociais e juventude(s).
FCW Cultura Científica – O Democracia em Xeque nasceu como projeto e hoje é um instituto consolidado. Como foi esse percurso e qual é o foco central da atuação?
Ana Julia Bernardi
