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Entrevista

Jean Paul Metzger

Professor do Departamento de Ecologia da USP destaca a importante contribuição do Biota-FAPESP e explica as nova linhas de ação do programa, que refletem sua diversificação em termos de amplitude temática e o amadurecimento da ciência da biodiversidade

Sobre

É professor titular do Departamento de Ecologia da USP e membro da coordenação do programa Biota-FAPESP. Participou como autor principal da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) nos diagnósticos sobre “modelos e serviços ecossistêmicos”, “degradação das terras e restauração” e do diagnóstico regional das “Américas”. Foi um dos coordenadores do diagnóstico brasileiro feito pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES) e membro do Comitê Científico do Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração do CNPq.

Foi coordenador do Curso de Pós-graduação em Ecologia da USP de 2012 a 2016. É biólogo formado pela USP, com especialização em Manejo Integrado de Territórios pela Commission Française pour l’Unesco (Paris) e mestrado e doutorado em Ecologia pela Université Paul Sabatier (Toulouse).

Tem experiência na área de Ecologia de Paisagens e Conservação, com ênfase no estudo de paisagens fragmentadas da Mata Atlântica, atuando principalmente com temas relacionados à conectividade biológica, restauração ecológica e serviços ecossistêmicos.

É editor-chefe da revista "Perspectives in Ecology and Conservation" e membro do corpo editorial da "Current Landscape Ecology Reports". Foi vice-presidente da Associação Internacional de Ecologia de Paisagens (IALE) e primeiro presidente da seção brasileira da IALE.

FCW – A perda de biodiversidade está mais acelerada do que a capacidade de reação dos ecossistemas do planeta. Por que as metas definidas a cada Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP), que podem reverter esse cenário grave, continuam não sendo cumpridas? 

Jean Paul Metzger – Temos uma mobilização internacional muito relevante em iniciativas como a Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, as COP do clima e da biodiversidade e o Fundo Global para o Meio Ambiente. Tivemos as metas de Aichi, que foram até 2020, e agora temos o Marco Global da Biodiversidade, com 23 novas metas para 2030. Esses compromissos internacionais são pautados em metas porque elas são importantes para o direcionamento de políticas públicas. O problema é que na grande maioria dos casos as metas, que são muito ambiciosas, não são atingidas e fica uma impressão de desapontamento, apesar do esforço que está sendo feito. No entanto, definir metas e saber para onde estamos caminhando  é importante, mesmo que as ações não sejam totalmente bem sucedidas. A ciência tem apontado vários caminhos plausíveis para que tenhamos de fato um futuro mais sustentável. Temos tido dificuldade de implementação e de governança, o grande desafio é saber como implementar as ações necessárias. 


FCW – As metas definidas nas Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade estão sendo ignoradas pelos países signatários?

Jean Paul Metzger – Quando olhamos retrospectivamente observamos avanços importantes. Com relação às metas de Aichi, por exemplo, verificamos um aumento nos esforços de conservação e de restauração, temos novos planos de controle de espécies exóticas invasoras, de redução de poluição e de proteção de espécies ameaçadas. Temos um conjunto de ações, temos resultados, só que o ritmo de degradação continua mais rápido do que a capacidade de governança, de reação e de ação. Isso é muito preocupante, pois se essa curva de ameaças não for revertida será como enxugar gelo. Ações não serão mais suficientes pois serão sempre mais lentas do que a degradação. As metas das COP são horizontes para onde queremos chegar. O Marco Global da Biodiversidade tem como princípio tentar reverter as ameaças até 2030 para, a partir dali, conseguirmos de fato a recuperação. A ideia não é apenas parar as ameaças mas ter uma economia de ações para conservação e restauração, de modo a melhorar as condições e a integridade dos nossos sistemas naturais e a nossa relação com esses ecossistemas.


FCW – São mudanças não apenas nas metas, mas na própria ciência da biodiversidade?

Jean Paul Metzger – A ciência da biodiversidade tem amadurecido e tem se diversificado em termos de amplitude temática. Durante muito tempo foi um campo para biólogos trabalharem, com conservação, restauração ou espécies ameaçadas, por exemplo. Muito trabalho foi feito, o conhecimento aumentou. Entretanto, para lidar com o desafio da implementação precisamos das Ciências Sociais, das Ciências Humanas, das Ciências Políticas e das Ciências Econômicas. Precisamos reunir um conjunto de conhecimentos que vão muito além do conhecimento biológico. O Biota 2030, o novo Plano Estratégico de Ação do programa Biota-Fapesp, retrata a necessidade de se trabalhar com as temáticas e os desafios da biodiversidade de modo mais interdisciplinar e potencialmente mais transdisciplinar. O plano destaca a importância de reunir conhecimentos acadêmicos e não acadêmicos para enfrentar o desafio da implementação de políticas públicas, pois é somente por meio das políticas públicas que conseguiremos avançar na agenda socioambiental. Essa diversificação no Programa Biota também tem ocorrido em fóruns internacionais. Participo atualmente do quinto diagnóstico do IPBES e lembro que nos primeiros praticamente só havia participantes das Ciências Biológicas. No novo diagnóstico, que não por coincidência é sobre Ações Transformativas, há pessoas das mais variadas áreas do conhecimento, em um ambiente muito mais diverso. 


FCW – Um dos pontos do Biota 2030 é o de que a natureza e a biodiversidade elas próprias fazem parte das soluções para o desenvolvimento sustentável. Poderia explicar?

Jean Paul Metzger – Não podemos mais apenas gerar conhecimento sobre a biodiversidade, precisamos conseguir trabalhar com a biodiversidade como parte da solução. Tomemos o caso do Brasil, um país megadiverso que ainda tem uma cobertura vegetal razoável – temos possivelmente mais de 60% da vegetação nativa em pé, muitas vezes degradada, com efeito de borda, mas ainda assim uma cobertura relativamente alta. Isso significa um leque de oportunidades enorme para gerar riquezas e bem-estar a partir da relação com esses ecossistemas íntegros, a partir de uma economia de produtos madeireiros e não madeireiros com a floresta em pé. Acho que o Brasil está em um momento muito importante nesse sentido. Em primeiro lugar, por ter uma ciência da biodiversidade mais amadurecida, agora mais diversificada e com mais projetos lidando com essa interface entre conhecimento e políticas públicas. Em segundo, por ter uma condição biodiversa ímpar, que permite inovação de fato e permite fazer inovação a partir de uma exploração sustentável dos ecossistemas, sem degradá-los. O Biota 2030 procura retratar isso. Temos uma história muito rica e bonita do programa nos seus primeiros 20 anos, em que de fato se conseguiu impulsionar o conhecimento sobre biodiversidade e houve a integração de diferentes grupos de pesquisa que não se conheciam ou não se falavam e que passaram a trabalhar em conjunto. Foram 20 anos importantes de aumento de conhecimento, da formação de bancos de dados georreferenciados e de apoio ao estado de São Paulo na produção de políticas de restauração e de conservação de forma muito bem sucedida e pioneira. Só que agora precisamos ir além do conhecimento da biodiversidade e passar a integrar a biodiversidade com saúde, com agricultura, com cidades sustentáveis e saudáveis. Pensar em como a conservação da biodiversidade está ligada com a segurança alimentar, a segurança hídrica, a segurança energética e com os desafios das ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. 


FCW – No Brasil, como a conservação da biodiversidade pode caminhar ao lado do desenvolvimento econômico?

Jean Paul Metzger – No mundo, o Brasil é um hotspot de restauração, onde podemos ter de fato um rápido crescimento das florestas e onde ações de restauração não necessariamente deslocam áreas de produção agrícola – o que ocorre em outros países, levando a um conflito mais forte do que temos por aqui. O Brasil tem muitas áreas de pasto degradado que não serão prejudicadas de forma alguma pela restauração, muito pelo contrário, pois os serviços ecossistêmicos de polinização, de controle de praga e de serviços hídricos beneficiam a produção agrícola que está no entorno. Então, temos uma condição ímpar tanto de conservação e de uso da floresta que está em pé, dos ecossistemas que permanecem, quanto de promover ações de mitigação climática por meio da restauração, o que deverá ser impulsionado por nossa entrada no mercado de carbono, que será um mercado muito forte no futuro breve. E principalmente de pensar no carbono não apenas como uma nova commodity, mas como uma oportunidade de ter restauração que traga não apenas carbono, mas também traga biodiversidade e outros serviços ecossistêmicos que promovam benefícios em termos de bem-estar e de saúde. Temos ótimas oportunidades para trabalhar com os ecossistemas íntegros com bioprodutos e serviços ecossistêmicos, e agora também com o mercado de carbono e a restauração. Temos oportunidades que poucos países têm. Com boas políticas públicas e vontade política, poderemos fazer muito nos próximos anos.  


FCW – Apenas conservar a biodiversidade existente não será suficiente, mas por que é tão difícil convencer os diferentes atores sociais da importância da restauração?

Jean Paul Metzger – O convencimento da importância da restauração não é uma questão limitante. O problema maior é financeiro. Restauração custa caro, mas o mercado de carbono será um grande facilitador pela capacidade de trazer dinheiro para tornar a restauração viável. Temos cerca de 80 milhões de hectares de áreas de cultivo no Brasil e uns 220 milhões de hectares de pastagem, sendo que boa parte das pastagens está degradada. Se conseguirmos reverter parte dessa pastagem degradada em florestas, promovendo o mercado de carbono e planejando de forma inteligente, no sentido de otimizar a provisão de outros serviços – como polinização, controle de praga ou proteção de mananciais –, o benefício não apenas econômico mas também social dessa restauração será enorme. Conhecimento para restauração já temos, pelo menos para os sistemas florestais. Restaurar sistemas não florestais, como as fitofisionomias mais campestres do Cerrado, ou a Caatinga, envolve ainda expandir o conhecimento científico, no qual ainda estamos engatinhando. Mas para os ecossistemas florestais, principalmente Mata Atlântica e Amazônia, o conhecimento existe, sabemos porque fazer restauração e como otimizar os benefícios, tanto em termos econômicos, quanto de bem-estar humano. 


FCW – Poderia explicar em linhas gerais o Plano Estratégico de Ação – Biota 2030? Jean Paul Metzger – No planejamento do Biota 2030, buscamos resguardar pontos muito positivos do programa – a pesquisa sobre descoberta da biodiversidade, a pesquisa a partir de coleções e a manutenção dessas coleções que são extremamente importantes em termos culturais e biológicos – com outros mais inovadores. Entre os novos eixos está a Síntese, que envolve uma nova forma de gerar conhecimento a partir de dados existentes. Temos muitos dados e podemos potencializar o uso desses dados a partir de dinâmicas de síntese, utilizar o conhecimento disponível sobre biodiversidade para promover políticas públicas a partir de eixos mais transversais, de transdisciplinaridade, de coprodução de conhecimento de política pública. E aqui entra outro eixo, o da Transformação, que pensa nas transições para sustentabilidade e em como podemos utilizar a biodiversidade para ter cidades mais sustentáveis, para ter produção agrícola mais sustentável, para ter áreas rurais mais sustentáveis e assim por diante. Finalmente, considerando o grande potencial em termos de bioprospecção, em termos de bioprodutos e de processos, temos o eixo da Inovação, porque claramente esse potencial é subutilizado. No futuro, certamente uma das formas de manter a biodiversidade será saber utilizá-la de modo inteligente, para que esteja atrelada com o nosso bem-estar ou com a geração de recursos. Se gerarmos benefícios da biodiversidade, teremos ao mesmo tempo razão para conservar a biodiversidade. É uma lógica que passa um pouco pelo utilitarismo e muitos criticam essa visão um pouco mais utilitária da biodiversidade, mas eu entendo que ela é complementar. Não é a única lógica possível, mas a inovação a partir da biodiversidade, seja de produtos ou de processos, ajuda a manter a própria biodiversidade. 


FCW – Então temos o Biota Coleções e Biota Descoberta, que vão expandir o conhecimento adquirido nos 20 anos do programa nesses eixos, agora aliados aos novos Biota Síntese, Biota Transformação e Biota Inovação. 

Jean Paul Metzger – A ideia foi basicamente manter um núcleo “raiz” do programa, com um componente biológico muito forte, e ao mesmo tempo provocar e ampliar a comunidade de pesquisa sobre biodiversidade com questões promissoras de síntese, de transição sustentável e de inovação. Definimos esses cinco eixos temáticos como prioritários para o programa Biota até 2030, mas temos também os eixos transversais. Um deles é o oceano, que inclui coleção, descoberta, síntese, transformação e inovação. Restauração é outro eixo transversal, assim como a questão de educação.


FCW – A pandemia de Covid-19, que ampliou questões como o negacionismo científico, afetou a pesquisa sobre biodiversidade?

Jean Paul Metzger – Houve um desânimo grande por conta de uma política negacionista e pela falta de investimento em ciência, educação e saúde, mas acho que foi uma fase que passou e agora estamos no movimento inverso. Além disso, a pandemia também teve um lado positivo para a ciência. Um problema das questões ambientais é que muitas vezes a reação a uma determinada ação leva bastante tempo para se manifestar. Por exemplo, o efeito da perda da biodiversidade ou o efeito das mudanças climáticas não são percebidos rapidamente. Demora, e aí entram as narrativas que vão dizer que fazem parte das oscilações naturais. Mas a pandemia de Covid-19 teve um efeito muito rápido e a resposta à pandemia também foi muito rápida. Hoje, podemos dizer claramente quais foram os países que agiram adequadamente e quais tiveram reações inadequadas baseadas no negacionismo. Podemos comparar o achatamento das curvas de mortalidade em países que tiveram diferentes tipos de política de vacinação. Ademais, tivemos o surgimento de vacinas em pouquíssimo tempo, graças à ciência. É claro que a pandemia foi uma tragédia, mas também é um retrato muito interessante de como a ciência pode reagir rapidamente a uma crise e ser útil para solução dessa crise. Da mesma forma, o que precisamos é achatar a curva de degradação, da perda da biodiversidade e das mudanças climáticas, onde os resultados demoram muito mais tempo para aparecer, décadas ou mesmo séculos. 


FCW – Além da pandemia, a ciência brasileira nos últimos anos passou por um período de cortes em verbas para pesquisa e no orçamento de universidades. Isso contribuiu para que muitos jovens pesquisadores deixassem o país. Como reverter essa situação?

Jean Paul Metzger – De fato estamos em um momento de perda. Tenho acompanhado ex-alunos meus e jovens pesquisadores indo para outros países, o que é muito preocupante. Isso pensando no Brasil, pois essas pessoas são bem-sucedidas e estão conseguindo posições em boas instituições no exterior e muitos vão continuar colaborando com o país. Não é que estamos perdendo massa crítica, mas precisamos urgentemente de políticas públicas que consigam fixar no Brasil essa massa crítica, esse conhecimento, esse pool de pessoas com expertise que foram formadas com dinheiro brasileiro e que infelizmente em parte está saindo do Brasil. Mas, enfim, acho que a reversão desse quadro passa por políticas públicas, pelo fortalecimento das universidades públicas, das instituições de pesquisa e do fortalecimento da pesquisa no setor privado também. E isso só será possível a partir de um aumento da fatia do PIB destinada à ciência, tecnologia, inovação e educação. A questão financeira é fundamental para segurar os jovens talentos, para abrir novos postos de trabalho, para dar condições adequadas de pesquisa ou mesmo de vida para essas pessoas. Precisamos de investimento e pensar qual é a prioridade no Brasil. Estive recentemente na Costa Rica, onde há décadas o exército foi extinguido. A Costa Rica não tem exército, todo o dinheiro que era investido na área militar vai para a educação ou para a saúde. E os resultados são claros. Pude perceber pelo alto nível das escolas públicas, muito bem mantidas. Mas isso é só um exemplo. O que precisamos no Brasil é investir em educação e em ciência para reverter o quadro de fuga de cérebros.


FCW – Investir em educação e divulgação também é um ponto de destaque no Biota 2030.

Jean Paul Metzger – Não fazemos pesquisa para ser lida por meia dúzia de pares. Fazemos obviamente pesquisa para o avanço do conhecimento e muitas vezes isso é transmitido em uma linguagem bastante hermética, mas precisamos comunicar bem os conhecimentos adquiridos, precisamos trabalhar junto com a população, precisamos definir a nossa agenda de pesquisa em função dos desafios da sociedade. A ciência deve estar próxima da sociedade e o Biota 2030 está totalmente dentro dessa lógica. No âmbito do programa, eu coordeno um projeto temático sobre soluções baseadas na natureza, com foco em quatro grandes linhas: agricultura sustentável, restauração, controle de zoonoses e o bem-estar nas cidades. No projeto, trabalhamos com o Governo do Estado de São Paulo, por meio de parcerias com secretarias, na definição dos objetivos e no desenvolvimento dos trabalhos, ou seja, fazemos a coconstrução do conhecimento até a política pública. A ideia é ter conhecimento gerado junto com esses parceiros e conseguir inserir esse conhecimento em uma política pública, a partir dos instrumentos de política pública existentes ou a partir de inovação em política pública. E fazer isso não é fácil, mas certamente esse processo é facilitado pelo fato de os agentes públicos participarem de todo o desenvolvimento da pesquisa. Enfim, não é só comunicar, não é apenas divulgar, não é algo unidirecional. O que precisamos é de diálogo, bidirecional e constante, ao longo do processo de pesquisa. Não é só fazer a pesquisa e lá no fim informar o resultado. Isso também faz parte, mas se queremos ter uma ciência transformativa, precisamos de diálogo ao longo de todo o processo de produção do conhecimento.



Revista FCW Cultura Científica v. 1 n 4 novembro 2023 - janeiro 2024

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