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Alexandre Guimarães Tadeu de Soares

Professor da UFU fala sobre como a linguagem é definida pela filosofia e as mudanças promovidas pelas novas tecnologias. Explica também como a filosofia da linguagem tem se modificado com o tempo, desde a lógica de tradição aristotélica, passando pela tradição cartesiana até a mais recente filosofia analítica da linguagem

Sobre

Professor da Universidade Federal de Uberlândia e diretor de sua editora, é membro do conselho curador da Fundação Fausto Castilho e coordenador da coleção Fausto Castilho de Filosofia (Editora Unicamp).

É membro do conselho consultivo do "Giornale Critico di Storia delle Idee" (Itália) e do "Archive of the History of Philosophy and Social Thought" (Polônia). É correspondente para o Brasil do "Bulletin Cartésien" organizado pelo Centro de Estudos Cartesianos (França).

É graduado em Filosofia pela Unicamp (1991), com doutorado em Filosofia pela Unicamp (2004) e pós-doutorado pela Université de Paris X (2007) e pela École Pratique des Hautes Études (Sorbonne) (2008).

FCW Cultura Científica – Como podemos definir o que é linguagem?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – Há definições mais estreitas na linguística, mas do ponto de vista filosófico podemos falar de uma temática que vem dos gregos e envolve um termo de difícil tradução. A própria filosofia traz essa dificuldade de tradução e de definição. O termo grego “logos” pode ser traduzido por discurso, linguagem, mas também pode ser traduzido por razão – é o termo a partir do qual cunhamos lógica. A linguagem é um aspecto de um conceito mais amplo, que lida com o campo da substituição. Para os gregos antigos, havia a temática do “logos”, que dizia respeito à substituição, e a temática da “physis”, daquilo que é por si. Para nos apropriarmos do que é por si recorremos ao logos, o campo da substituição, em que a linguagem é um dos aspectos. A racionalidade é outro aspecto, ou seja, a dimensão do logos como faculdade ou como potência. A linguagem é um aspecto de certo modo mais material do logos, porque o aspecto de faculdade não tem a materialidade da linguagem. Essa materialidade da linguagem é que está muito em questão, porque ela pode se tornar um objeto que pode ser processado, ao passo que a faculdade, digamos, racional não tem a capacidade de processamento do logos, que seria a linguagem. O logos exige pensar a linguagem como sendo humana, muito porque essa está associada a uma faculdade que caracteriza o humano, que é a racionalidade, se pensarmos sobretudo na tradição aristotélica. Para Aristóteles, havia outros candidatos a definir o homem, como a política ou a tendência comunitária, mas, de certa forma, na tradição aristotélica, a racionalidade seria o candidato mais qualificado para essa definição. No fundo, a racionalidade grega é comunitária. 


FCW Cultura Científica – Linguagem seria então uma característica exclusivamente humana, assim como a razão? 

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – Há essa associação entre linguagem e humano, na medida em que ela dependeria da faculdade racional de articulação. No entanto, há também, na filosofia, discussão sobre isso, se pensarmos por exemplo em Montaigne, com a tese de que os animais têm uma linguagem que nos é inacessível. Há filósofos que pensam que temos acessibilidade à linguagem segundo a racionalidade humana, segundo os termos da finitude, e a nossa racionalidade e sua finitude definem a linguagem que nos é acessível. Montaigne fala da linguagem de outros animais, inacessível aos humanos, porque seria operada de acordo com outra racionalidade. Em certo momento da sua reflexão, Montaigne diz que poderia ser até mesmo uma racionalidade superior e mais ética. Em outro contexto, só para exemplificar essa dificuldade, pode ser que o problema de não se fazer contato com inteligências extraterrestres se deva à inacessibilidade da nossa razão a um tipo de linguagem. Não teríamos uma racionalidade suficiente para ter acesso a outro tipo de linguagem ou de comunicação, se quisermos usar o termo comunicação. Seria algo além do limite da racionalidade humana. Em nossa própria experiência com animais, vemos que há comunicação entre animais que consideramos de menos racionalidade ou de não-racionalidade, mas é possível que simplesmente sejam outras racionalidades às quais não temos acesso. Em geral,  encontramos isso em figuras extra-humanas, como no extraterrestre, nas inteligências angélicas ou em Deus, que podem operar por uma racionalidade inacessível a nós. 


FCW Cultura Científica – Com o que se preocupa a filosofia da linguagem?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – Filosofia da linguagem é algo muito amplo. A reflexão sobre o logos vem desde Platão ou mesmo desde os pré-socráticos, como a escola francesa entende a filosofia da linguagem, desse modo amplo e histórico. Se pensarmos de forma esquemática o desenvolvimento do estudo do logos, podemos dizer que há na filosofia da linguagem uma lógica muito ontológica, ou seja, em que não há diferença entre a dimensão das coisas, o pensamento e o lógico no sentido estrito da proposição, do linguístico, que tem a sua materialidade; uma coisa espelha a outra. Então, em um primeiro momento, teríamos uma lógica de tradição aristotélica. Em um segundo momento, temos a tradição cartesiana e a lógica de Port-Royal, uma lógica muito do pensamento, em que há a questão da relação entre as coisas e o pensamento, que substitui e exprime essas coisas. Em um momento mais recente, temos uma lógica pautada na linguagem. A filosofia analítica da linguagem surge dessa perspectiva lógica muito trabalhada a partir de Gottlob Frege. Trata-se de explorar os procedimentos de formalização da linguagem para atingir melhor o que é dado na experiência. Esses procedimentos permitem uma formalização e uma objetivação da própria linguagem, que começa a ser explorada intensa e extensivamente. É claro que essa formalização tem um arco mais longo, ela vem da algebrização da matemática e da matematização da lógica, já praticadas no século 17. Mas ganha uma intensidade maior a partir de Frege, em que a formalização será crescente, porque Frege é contemporâneo da crise dos fundamentos da matemática. 


FCW Cultura Científica – No século 20, com Frege e Bertrand Russell, podemos dizer que a linguagem ganhou mais importância dentro da filosofia, especialmente com Ludwig Wittgenstein, que disse, por exemplo, que os problemas filosóficos derivam “da incapacidade de compreender a lógica da nossa linguagem”?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – O próprio Wittgenstein tem fases e o otimismo com sua formalização inicial teve um recuo em seu pensamento posterior. No fim do século 19 , com Frege, Franz Brentano, Edmund Husserl e Alexius Meinong, houve uma revisitação do problema clássico da significação que, antes de ter passado pela Idade Média, teve uma base grega sobretudo estoica, que é a distinção entre o sentido da expressão linguística do referente e o referente. Esse problema, que será repensado por Frege, também está na pauta de outra escola filosófica que se desenvolve ao mesmo tempo. Muitas vezes, parece que não houve interlocução, mas naquele momento, no fim do século 19 e início do século 20, tanto a filosofia analítica da linguagem, quanto a outra escola, que é a fenomenologia, estão no campo austro-alemão. Para a fenomenologia, esse mesmo problema de linguagem será tratado de outra maneira. E como se privilegiasse o campo da physis, do dado da experiência, que é um campo difícil para ser conquistado, enquanto a filosofia analítica privilegiaria o campo da substituição, o campo do logos no acesso ao dado. A questão que provoca os filósofos, então, é de como temos acesso às coisas, pois é a partir daí que todo o resto pode ser concebido, que é uma questão para além ou no tenso limite do próprio logos.


FCW Cultura Científica – A linguagem por vezes é insuficiente, ou parafraseando Wittgenstein, os limites da linguagem seriam os limites do nosso mundo?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – Depende de como definimos a linguagem. Se definirmos na sua maior materialidade e na sua objetivação que permite a formalização mais estrita, há limites. Para Aristóteles, aquilo que é apofântico, ou proposicional, é uma parte da linguagem. Mas boa parte da linguagem não é apofântica, então, quando se está afirmando alguma coisa, a linguagem é apofântica, mas quando se está perguntando, solicitando ou pedindo, há toda uma dimensão que não é estritamente formalizada. Temos isso no interior da própria linguagem. Além disso, por exemplo, no campo artístico, não literário, há uma dimensão de difícil tradução, tanto na dimensão gestual quanto em outras formas de expressão do que se vê. Em uma grande pintura, por exemplo, sempre falta alguma coisa para o crítico poder dar conta, pois se trata de uma obra que tem mais do que a linguagem permite exprimir, porque a obra continua sempre em discussão, em apreciação e em contemplação. Há uma discussão inesgotável da crítica sobre uma grande pintura. No campo estritamente literário também há dificuldade de formalização quando se está mobilizando afetos e com a exploração de dimensões inesperadas da linguagem. Então, há uma experiência com a linguagem que pode até ser material, mas não é formalizável. Por exemplo, a dimensão artística para além do campo literário só é formalizável se tivermos quase como um pressuposto metafísico que tudo pode ser formalizado. Claro que há projetos metafísicos nesse sentido, de que a priori tudo é formalizável, mas aí estamos falando mais do que a experiência nos permite falar.


FCW Cultura Científica – As novas tecnologias, especialmente a inteligência artificial, abrem dimensões inesperadas e podem impactar não apenas a linguagem como o conhecimento humano?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – Eu gosto de pensar essa questão a partir de um marco no campo científico, que foi a chamada revolução copernicana-galileana, sobretudo a partir do século 17, que, por sua vez, começa de certa maneira com as academias e o próprio Renascimento. Também no século 17 temos uma teoria muito forte do objeto científico e o autor decisivo dessa teoria é Descartes. É uma mudança da ontologia e da teoria do conhecimento. O objeto científico não é mais propriamente a coisa ou a substância, mas a coisa conhecida, totalmente conhecida e determinada. De certa forma, a ciência passa a querer conquistar sempre esse objeto, ou seja, o objeto previsível e reprodutível. O próprio arco da tecnologia começa a partir de Descartes, que pensa uma nova técnica, decorrente da ciência. Temos uma ciência e, a partir dessa ciência, temos uma nova técnica que, no século 19, é nomeada finalmente como tecnologia: a ideia de uma ciência ou um logos da própria técnica.


FCW Cultura Científica – Quais são alguns dos impactos dessa mudança?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – Um desenvolvimento que será coroado tecnologicamente é o da bomba atômica, resultado de 300 anos da física galileana e cartesiana, como pontuaram diversos autores, entre os quais Heidegger, e foi destacado recentemente no filme Oppenheimer. A bomba atômica é um artefato em que se passou a ter o risco supremo, ou seja, é uma tecnologia que pode nos anular por completo. Isso vem de um processo de matematização da física, que transforma a física em um objeto científico em sentido forte, em relação ao qual se pode prever o que vai acontecer. Hoje, temos bombas para destruir várias vezes o planeta. Temos outro processo que vem com a algebrização da matemática e, sobretudo, com a algebrização e formalização da lógica, que está sendo coroado agora pela dita inteligência artificial. De certa forma, é a bomba atômica desse outro processo, tornando o logos um objeto, no sentido de ele ser conhecido, ser determinado, ser previsível e ser reprodutível. A matemática sempre esteve muito ligada à experiência geométrica, mas está cada vez mais presente em sua forma algébrica, cada vez mais se reduzindo a fórmulas sem contrapartida empírica. O próprio logos e a própria linguagem foram de certa forma também reduzidos ao 0 e 1, ou seja, ao digital. No entanto, do ponto de vista filosófico, temos esse objeto físico a partir do qual se produz a bomba atômica e que não dá conta do que seja a physis no sentido da realidade do mundo. Por outro lado, esse objeto digital, que tem a sua materialidade, é automatizável, mecanizável, previsível e redutível, mas também não dá conta do logos. Vejo a inteligência artificial como um coroamento trágico da digitalização do nosso mundo e da nossa vida.


FCW Cultura Científica – Um mundo em que as pessoas passam a conversar com máquinas no lugar de outras pessoas, como estamos começando a ver em sistemas de inteligência artificial do tipo ChatGPT, que em breve estarão “ouvindo” e “falando”. 

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – A ambiguidade da técnica já estava presente na tragédia grega. A técnica que dá conforto também permite construir a bomba atômica e traz o risco supremo. Toda questão ambiental, no fundo, é porque há algo mais do que o objeto científico, algo mais que o previsível e reprodutível, algo de que ainda não damos conta. O mesmo se aplica ao mundo digital. Uma preocupação importante é com crianças e adolescentes, sobretudo em um país extremamente vulnerável como o Brasil, que foi invadido pelas telas já na década de 1970, quando chegou a televisão que, também pela capacidade artística brasileira, tornou-se muito popular, o que de certa forma enfraqueceu a capacidade de leitura de toda uma geração. Isso não ocorreu, por exemplo, na Europa, onde a televisão sempre foi muito ruim e as pessoas mantiveram o hábito da leitura. Na década de 2010, houve, porém, uma segunda invasão das telas, agora mundial: que foi a invasão do artefato digital mais presente no cotidiano e que reduz quase todos os outros a ele. Hoje, com o celular, não precisamos mais de aparelho para tocar música ou mesmo da televisão ou do computador. O celular, na medida em que se tornou não só um telefone, mas o artefato digital por excelência, tornou-se também um problema mundial de invasão das telas. O processo de formalização matemática da lógica – pela sua redução à computação e ao digital – , nos é apresentado sob o formato de uma plataforma de imagens. Desde Platão, sabemos do risco que o mau uso de imagens pode representar para a inteligência humana. Isso tem preocupado vários países. Há, por exemplo, escolas limitando ou mesmo proibindo o uso dos aparelhos digitais. Há um esforço para enfrentar o declínio cognitivo e estimular o nosso hábito mais formativo, que é o da leitura. Porém, falo da leitura não superficial, porque alguns dizem que estamos diante do paradoxo de esta ser a época em que mais se lê, porém nunca de um modo tão superficial. Lemos milhares de mensagens puramente instrumentais ou destinadas apenas a nos afetar sem nenhuma análise. Contudo, talvez não devamos ser tão apocalípticos. Afinal, o outro perigo supremo talvez esteja controlado pela dissuasão nuclear. Podemos, assim, comparar o artefato digital com outro artefato, o automóvel, que é uma coisa boa, mas não substitui a bicicleta, a caminhada, o metrô etc. E nem pode ser dado para uma criança ou adolescente dirigir; é preciso ter condições que permitam o uso. Talvez os artefatos digitais, com os seus algoritmos e com as suas “inteligências artificiais” decorrentes, possam ser aproveitados enquanto instrumentos do ser humano. Alguns filósofos são pessimistas, pois acreditam que o processo técnico já capturou o humano. Sou mais otimista, acredito na possibilidade de encontrarmos a nossa “dissuasão” digital. 


FCW Cultura Científica – Qual é a função do filósofo em analisar e tentar entender este cenário em que temos cada vez mais informação, mas não necessariamente mais inteligência?

Alexandre Guimarães Tadeu de Soares – É um paradoxo e a filosofia adora paradoxos. O tempo em que mais se lê, em que mais se tem conhecimento disponível, não é necessariamente um tempo que torna as pessoas mais atentas ou mais inteligentes. Isso já é um paradoxo interessante. Há também a questão da disponibilidade. Quando as coisas estão muito disponíveis, as pessoas sempre deixam para amanhã, para depois, porque está lá mesmo, só que esse adiamento pode durar uma década ou a vida toda. Nada substitui a atenção, que é a experiência no sentido intenso e pleno. O tempo em que vivemos na plenitude da experiência, em que nos formamos, nos aperfeiçoamos, é o tempo da nossa atenção. Acho que a filosofia poderia desconstruir um pouco a noção de inteligência artificial, a começar pelo termo. Será que inteligência artificial é um termo bom? Há estudiosos que o consideram um termo de propaganda. Assim como a linguagem formalizável não dá conta de toda a linguagem, a inteligência artificial não seria inteligência humana na sua riqueza. Outro ponto é que são comuns as leituras apocalípticas, de que poderá surgir uma inteligência de nível superior que conclua que a inteligência humana não deverá existir. Mas, em qualquer caso, seja maior ou menor, não me parece ser inteligência humana, mas de um instrumento que deveria ser mais bem denominado. No século 17, a noção de computador e de máquina de pensar já estava presente em Pascal e em Leibniz. Descartes está, digamos assim, na raiz tanto da física, que nos leva à bomba atômica, como dissemos, quanto da algebrização da matemática e da formalização da lógica, que nos leva ao mundo digital e ao seu coroamento: a dita inteligência artificial. No entanto, apresenta elementos críticos para os dois desenvolvimentos. Em relação ao desenvolvimento da inteligência, Descartes nunca aceitaria que a inteligência pudesse ser artificial, pois, para ele, a inteligência pura e operacional é só um dos componentes do pensamento humano. O pensamento humano seria muito mais amplo e teria outras potências como a vontade e a sensibilidade. A inteligência dita artificial não parece ter afetos e, menos ainda, vontade. Outros filósofos da época, como Leibniz, vão teorizar a máquina de pensar, prenunciando o itinerário da computação à dita inteligência artificial. Mas Descartes recusava a ideia de máquina de pensar, porque o pensar é exatamente o que não é redutível ao mecânico. Não pode ser automatizado, porque não pode ser redutível ao formal, ao formalizável, ao que dispensa a experiência e a atenção. Além disso, não tem propriamente nem a materialidade que possibilitaria a sua redução técnica pela formalização objetiva. Ou seja, poderíamos ter uma “inteligência” operacional artificial, um instrumento de computação poderoso, mas isso nunca se confundiria com o pensamento humano ou com a inteligência humana em toda a sua amplitude. 



 







Revista FCW Cultura Científica v. 1 n 4 novembro 2023 - janeiro 2024

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